Pular para o conteúdo principal

Lições para uma vida Instigante

“A tragédia não é quando um homem morre. A tragédia é o que morre dentro de um homem quando ele está vivo”. A frase é do filósofo Mário Sérgio Cortella, No livro “Qual é a tua obra” Cortella motiva uma reflexão sobre a vida e o legado que cada pessoa pode deixar como resultado do seu trabalho.

O livro traz uma abordagem sobre gestão, liderança, ética e comportamento social, procurando chamar com bom humor a atenção dos participantes para o fato de a vida ser curta e a morte, uma certeza. “Eu não estou preocupado com a morte, mas com a vida, para que ela não seja banal e fútil. Quando você se for, o que vai deixar?”.

Sérgio Cortella também destaca que todos precisam refletir sobre o próprio comportamento no trabalho, alertando para os riscos de passar a vida na conformidade, fazendo somente o que é possível, e não o melhor que cada um pode dá de si mesmo.

Ele cita uma passagem bíblica (Apocalipse 3:16) que fala sobre pessoas “mornas” que nunca progridem e nem retrocedem porque permanecem sempre fazendo as mesmas coisas. “As pessoas pedem coisas simples quando estão perto de morrer, para fazer aquilo que elas poderiam ter feito, mas deixaram de fazer”.

União e humildade também são lembradas pelo filósofo como fatores importantes para o sucesso. Cortella fala sobre o que diferencia as pessoas e o que mede a importância de cada uma delas. “Tem gente famosa que não é importante. A passagem de cada um pela vida deve contribuir para que, ao final, o mundo não esteja pior do que era antes. As pessoas são lembradas pelo comportamento que tem no trabalho, com os amigos, na família”.

Vale a leitura: Qual a tua obra?

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Ética e Moral segundo Cortlella

A seguir um excelente texto do Filósofo, Doutor em Educação e professor da PUC-SP Mário Sérgio Cortella. Reflexão simples mas profunda sobre Ética e Moral no nosso dia a dia. O professor Cortella consegue fazer reflexões excepcionais sobre temas complexos utilizando linguagem simples e trazendo importantes aspectos do nosso cotidiano para reflexão. Quero? Devo? Posso? "..a ética é uma questão absolutamente humana! Só se pode falar em ética quando se fala em humano, porque a ética tem um pressuposto: a possibilidade de escolha. A ética pressupõe a possibilidade de decisão, ética pressupõe a possibilidade de opção. É impossível falar em ética sem falar em liberdade. Quem não é livre não pode, evidentemente, ser julgado do ponto de vista da ética. Outros animais, ao menos nos parâmetros que utilizamos, agem de forma instintiva, não deliberada, sem uma consciência intencional. Cuidado. Há quem diga: “Eu queria ser livre como um pássaro”; lamento profundamente, pois p...

ATLAS REÚNE E ANALISA DADOS SOBRE QUALIDADE DA ÁGUA, SANEAMENTO E SAÚDE

A Coordenação-Geral de Vigilância em Saúde Ambiental do Ministério da Saúde, em parceria com o Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict) da Fiocruz, acaba de lançar o atlas digital Água Brasil, que reúne e analisa números a respeito da qualidade da água, do saneamento e da saúde nos municípios brasileiros. Considerado um sistema de visualização de indicadores, o atlas ajuda a traçar um painel da água usada para consumo humano no país. O debate sobre a qualidade e cobertura dos serviços de saneamento também é estimulado. Os resultados do estudo estão acessíveis a sociedade, técnicos de vigilância em saúde e gestores interessados no tema. O atlas foi lançado oficialmente na 8ª Mostra Nacional de Experiências Bem Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças (Expoepi), em Brasília. As principais enfermidades causadas pela água de baixa qualidade são a cólera, a leptospirose e a hepatite A, além da mortalidade por diarréia em menores de 5...

Cobrança pelo uso de recursos hídricos ainda é desafio no Brasil

Doze anos após a criação da Lei 9.433, a chamada Lei de Águas, a implantação de mecanismos de cobrança pelo uso dos recursos hídricos e a articulação entre ações federais, estaduais e municipais estão entre os principais desafios da legislação. A avaliação é do diretor do Departamento de Recursos Hídricos do Ministério do Meio Ambiente (MMA), João Bosco Senra. A lei, que completou 12 anos esta semana, instituiu a Política Nacional de Recursos Hídricos e criou o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos. “A lei institucionalizou o uso dos recursos hídricos, criou mecanismos importantes como a outorga de águas, os planos de recursos hídricos, tanto o nacional como os estaduais, e também os comitês de bacias”, avaliou Senra. Instrumentos da legislação No entanto, um dos principais instrumentos da legislação, a possibilidade de cobrança pelo uso da água – por indústrias e empreendimentos pesqueiros ou hidrelétricos, por exemplo – ainda tem alcance restrito: só é feita de fo...